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Para operações e governança

Cada pedido com dono, prazo e prova de execução.

Quem coordena andares, manutenção e restauração passa o dia a repor ordem em pedidos que chegam de todos os lados: um no grupo de WhatsApp, um por telefone, um dito de passagem no corredor. O trabalho existe, o registo é que não.

O que trava a operação

Três problemas que nenhum grupo de mensagens resolve.

O pedido sem dono

A governanta acha que é da manutenção, que acha que é da receção. Enquanto se discute, o pedido fica no limbo e o hóspede espera.

O atraso que ninguém vê

Um pedido simples fica horas parado sem que nada assinale. O primeiro a notar é o próprio hóspede.

A entrega sem prova

"Levaram a toalha?" "Acho que sim." Sem confirmação fica dúvida, e a dúvida gera retrabalho.

Como muda o turno

A fila passa a estar organizada por si.

Cada pessoa vê a sua fila
Ordenada por prioridade e prazo, não por ordem de chegada nem por quem grita mais.
Semáforo de prazos
Verde, amarelo e vermelho por tipo de serviço, com escalonamento automático ao aproximar-se do limite.
Confirmação por NFC
O colaborador aproxima o telemóvel da etiqueta no quarto e o pedido fecha com registo de quem, onde e quando.
Controlo de roupa por artigo
Checklist rápido com quantidades, que acaba com a contagem de memória.
Sabe o que vai encontrar
O pré-check-in avisa antes: quarto para animal, berço, acessibilidade, alergias na restauração.
A sua nota, não a do hotel
Cada sector vê o seu próprio CSAT, o que torna a conversa sobre qualidade concreta.

A receção deixa de ser o gargalo.

Hoje quase todos os pedidos passam pelo balcão, mesmo os que nada têm a ver com a receção. Quando o hóspede pede pelo canal que já usa, o pedido cai diretamente na equipa certa.

A receção volta a fazer o que deve: acolher.

Traga o pedido que mais se perde.

Na demonstração seguimos um pedido real da sua operação, do momento em que entra até ao inquérito de satisfação.