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Sobre a Guestdash · um manifesto

«A hotelaria não precisa de mais um sistema. Precisa de deixar de precisar de tantos.»

01

«Durante vinte anos, a tecnologia hoteleira foi feita assim: um ecrã para o chat. Outro para o PMS. Outro para as marcações. Outro para os inquéritos. Outro para outros sistemas. E um funcionário no meio, a saltar entre todos.»

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«Durante vinte anos, a boa tecnologia foi um privilégio: quem tinha mil quartos tinha inteligência. Quem tinha doze, tinha papel.»

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«Durante vinte anos, o hóspede adaptou-se ao hotel: instala a app, cria a conta, decora a password, preenche o formulário

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«Nós achamos que vinte anos chegam

Nascemos na era da IA

«Não somos um sistema antigo com inteligência artificial colada por cima. Nascemos na era da IA. É a nossa língua materna, não a segunda língua.»

«Por isso, na Guestdash, a interface é a conversa. O hóspede fala — por mensagem, por voz, ao telefone — e a operação acontece.»

Acreditamos em

  • Conversassobreformulários
  • A voz do hóspedesobremenus de «prima 1»
  • Ação com prazosobre«vou já ver isso»
  • A ferramenta que se adapta ao hotelsobreo hotel que se adapta à ferramenta
  • Provasobrepromessapedidos confirmados por NFC
  • Um ecrãsobrevários sistemas

Tecnologia sem castas

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«Acreditamos que a pousada de doze quartos merece a mesma inteligência que o resort de mil e duzentos.»

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«Que o tamanho do hotel deve definir o tamanho da fatura — nunca o tamanho da tecnologia

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«Os pequenos com as armas dos grandes. Os grandes com a agilidade dos pequenos

O preço sem truques

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«Acreditamos que a inteligência artificial não é desculpa para inflacionar faturas

09

«Há quem cobre sobrepreço por cada mensagem enviada. Há quem revenda a IA dos outros com margem escondida no meio

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«Na Guestdash é ao contrário: o hotel paga diretamente a quem faz — Meta, OpenAI, Anthropic — ao preço que eles cobram. Nem um cêntimo por cima, nem um intermediário pelo meio.»

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«A nossa margem está no valor que criamos. Nunca no caminho da tua mensagem.»

Não viemos pedir licença

«Somos a pergunta incómoda na renovação anual do software antigo. Somos o desconforto na sala onde tudo «sempre funcionou assim». O status quo não nos convidou. Ainda bem.»

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«O costume pode resistir. O mercado pode demorar.

Mas o novo sempre vem.

E desta vez, vem a conversar.»

«O futuro da hospitalidade não se instala. Conversa-se.»